quarta-feira, 15 de julho de 2015

VLT do Subúrbio de Salvador: licitação sai em agosto

13/07/2015 - Pregopontocom

O governo do Estado da Bahia lançara no mês de agosto o edital para a construção do novo sistema de VLT "Veículo Leve Sobre Trilhos",que substituirá os velhos e antigos trens que fazem a ligação Parípe/Calçada,e chegara ao Terminal da França no Comércio.A linha atual com 13 km (Calçada/Paripe) terá a partir da inclusão do trecho Calçada/T.da França,18,5 km no total e o sistema devera transportar cerca de 100 mil passageiros/dia. A obra esta orçada em R$ 1.1 bi, com R$ 552 mi do governo federal e R$ 448 mi do Gov. estadual. 

O sistema passara a contar com composições de VLTs com piso baixo,climatização além de reformas das vias férreas,com troca de dormentes,trilhos,das linhas aéreas,subestações de energia,das estações com modernização e o rebaixamento das plataformas de embarque/desembarque,além da implantação de novo sistema de sinalização e controle operacional.O novo serviço que oferecera mais conforto rapides e segurança para os usuários,deverá melhorar em muito o sistema de transportes que atualmente atende de maneira bastante precária a população do Subúrbio Ferroviário de Salvador.

Fonte: Pregopontocom
Publicada em:: 13/07/2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Linha Leste do Metrô: volta da obra sem previsão


Diário do Nordeste - Fortaleza/CE - INTERNACIONAL - 07/07/2015 - 10:57:14

As obras da Linha Leste estavam sendo executadas pelo consórcio formado pelas empresas Cetenco Engenharia e Acciona Infraestructuras
Foto: JL ROSA

Paralisadas há mais de dois meses, as obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza não têm previsão de retomada. De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Ceará (Seinfra), a administração estadual ainda trabalha com três possibilidades para reiniciar os serviços: permitir que a execução seja feita por uma das empresas do consórcio vencedor do processo licitatório; consultar o segundo colocado, para saber se há interesse em assumir o contrato; ou realizar uma nova licitação para o projeto.

As obras da Linha Leste estavam sendo executadas pelo consórcio Cetenco-Acciona, formado pelas empresas Cetenco Engenharia e Acciona Infraestructuras. O consórcio venceu a licitação para o serviço em outubro de 2013, apresentando um orçamento de R$ 2,3 bilhões.

Neste ano, todavia, a pasta considerou que o ritmo dos trabalhos estava aquém do aceitável, e alternativas começaram a ser estudadas. Conforme a secretaria, a Acciona Infraestruturas pediu para continuar sozinha como executora do contrato, mas essa possibilidade foi negada pela Seinfra, após análise técnica e jurídica.

"No entanto, por questão de segurança jurídica e resguardo do interesse público, o pleito foi submetido à apreciação da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para conclusão da análise. Tal encaminhamento visou evitar decisões divergentes entre as instâncias do Executivo", destacou a secretaria.

Análise

Embora a questão ainda esteja sob análise da PGE, a Seinfra afirma já estudar os impactos e os custos da convocação do segundo colocado na licitação, o consórcio Mobilidade Urbana, formado pelas empresas Marquise, Queiroz Galvão e Camargo Correia. Caso aceite assumir o contrato, o grupo teria de em igual prazo e nas mesmas condições firmadas com o consórcio Cetenco-Acciona. Os custos para a realização de um novo processo licitatório, com novas empresas concorrendo para executar o serviço, também está sendo avaliado pela Seinfra.

A Linha Leste terá 13 quilômetros de extensão, dos quais 12 quilômetros serão subterrâneos e 1 quilômetro será em superfície. O percurso será feito com trens elétricos, que ligarão o Centro ao bairro Edson Queiroz.

O projeto prevê a construção de onze estações: Estação Catedral, Colégio Militar, Luíza Távora, Nunes Valente, Leonardo Mota, Papicu, HGF, Cidade 2.000, Bárbara de Alencar, CEC e Edson Queiroz.

A previsão da administração estadual é que a linha, quando estiver integrada aos demais modais de transporte, atenda a cerca de 400 mil usuários por dia, em viagens com percurso de 17 minutos. A obra conta com recursos de R$ 1 bilhão por meio do Orçamento Geral da União (OGU), R$ 1 bilhão financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de contrapartida de R$ 300 milhões do tesouro estadual.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

VLT para ligar Caucaia ao Pecém pode demorar

21/06/2015 - Diário do Nordeste

Incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, o projeto de estudo para um possível novo ramal ferroviário ligando o centro de Caucaia ao Pecém está em processo de execução. Contudo, antes visto como de certa urgência, o empreendimento poderá demorar mais do que se esperava antes para sair do papel, em virtude da nova realidade projetada para o complexo industrial, após o cancelamento da refinaria da Petrobras na região. 

Sem a refinaria, a demanda de possíveis passageiros entre as duas localidades será bem menor que a esperada, o que não geraria tanta urgência pelo equipamento. 

"Mas a descontinuidade da refinaria da Petrobras não matou o projeto do VLT Caucaia-Pecém. Até porque se pensarmos no Cipp (Complexo Industrial e Portuário do Pecém), temos termelétricas, siderúrgica em finalização de obra e que, tão logo comece a funcionar, vai ter uma demanda muito grande de pessoas. Você ajusta o projeto para essa realidade", defende o titula da Secretaria da Infraestrutura do Ceará (Seinfra), André Facó. 

Novas premissas 

"Diz-se que o custo de um projeto é função de tempo, escopo do projeto e qual o objetivo que esse projeto vai te entregar. A gente teve um determinado escopo de projeto, com refinaria, siderúrgica e termelétrica em cinco anos. Por causa disso, a pressão de pessoas era grande, o tempo para execução também era grande. O que eu quero dizer com isso é que a gente vai estudar o projeto com novas premissas. Mas esse projeto tem que ser estudado", completa. 

Apesar de estar incluído no PAC 2, o projeto de estudo do ramal Caucaia-Pecém ainda está em fase de ação preparatória. De acordo com André Facó, ele se encontra em fase de atendimento, por parte do Governo do Estado, de alguns condicionantes para que se tenham aprovados os recursos do projeto. 

Início dos estudos 

"Esperamos que, ao longo desse segundo semestre, possamos ter todos os condicionantes atendidos e ter aprovação pra começar os estudos ao longo desses próximos dois anos, um ano e meio", informa o secretário.

Fonte: Diário do Nordeste
Publicada em:: 21/06/2015

VLT - Obras serão retomadas neste mês, diz governo

23/06/2015 - Diário do Nordeste

Até o fim deste mês, uma das três etapas do ramal Parangaba-Mucuripe, que será operado pelo Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), terá sua ordem de serviço emitida pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), afirmou o governador do Estado, Camilo Santana, durante evento "Todos Juntos pelo Hub da TAM", na manhã de ontem. Dessa forma, a obra paralisada há 13 meses deve ser retomada em julho. 

Camilo explicou que, para a retomada dos trabalhos, o VLT foi dividido em três trechos. Desses, dois já tiveram as suas licitações homologadas, portanto o reinício das intervenções está mais próximo. "Estamos acelerando os trabalhos. Neste mês, estou cobrando todo dia o meu secretário (André Facó, titular da Seinfra) para emitir a ordem de serviço", garantiu. 

No entanto, destacou o governador, ainda serão necessárias a realização de algumas desapropriações nas áreas por onde o VLT irá passar. O trecho que vai da Parangaba até o Lagamar está praticamente todo desimpedido. Mas, na parte entre a Av. Santos Dumont até o Mucuripe, existe um gargalo justamente no Lagamar. "As negociações para as desapropriações no Lagamar ainda estão em andamento e estão indo bem. Estamos fazendo um esforço muito grande para que tudo possa dar certo", acrescentou o gestor. 

Ele ainda comentou que, apesar de todo o empenho, as intervenções do ramal Parangaba-Mucuripe não são apenas do Governo do Estado. "Não depende só da gente. Tanto que essa é a terceira licitação que estamos fazendo somente para essa obra", ressaltou. 

Mesmo assim, a expectativa dele é que, com a retomada das obras, agora no mês de julho, tudo possa ser concluído até o fim de 2016. 

Consórcio 

O ramal está incluso no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e tem recursos de R$ 276,9 milhões. O consórcio anterior, CPE-VLT, formado pelas empresas Consbem Construção e Comércio Ltda, Construtora Passareli e Engexata, teve seu contrato rompido em maio do ano passado, pelo não cumprimento do prazo. O consórcio deixou a obra, que deveria estar pronta para a Copa do Mundo, com 50% de execução. 

De acordo com a assessoria de comunicação da Seinfra, em abril deste ano, o órgão concluiu a fase de recebimento de propostas para a retomada das obras. 

A intervenção foi dividida em três lotes, ofertados mediante o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), no qual vence a proposta que oferecer maior percentual de desconto sobre o valor fixado e for habilitada em seguida nos quesitos financeiro, jurídico e trabalhista. O processo licitatório encontra-se em fase de consolidação. 

O VLT está com 50% de avanço nas obras e, quando concluído, terá 12,7 quilômetros ligando o Mucuripe à Parangaba. Desta extensão total, serão 11,3 quilômetros em superfície e 1,4 quilômetros de trechos elevados.

Fonte: Diário do Nordeste
Publicada em:: 23/06/2015

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Linha Leste do metrô de Fortaleza pode ser licitada de novo

21/06/2015 - Diário do Nordeste

Com serviços parados há mais de dois meses, a instalação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza deverá ter, até o fim deste mês, a definição de como ficará a gestão de suas obras. O governo estadual está insatisfeito com o ritmo dado aos serviços pelo consórcio responsável e já discute uma reestruturação. No momento, três possibilidades são avaliadas, incluindo a realização de uma nova licitação.

"Nós passamos ao longo dos últimos dois meses discutindo com o consórcio vencedor uma reestruturação para dar continuidade ao empreendimento. Estamos finalizando essa rediscussão para tomar uma decisão nesse mês. Até porque, quando terminar junho, vão ser três meses de rediscussões", aponta o secretário André Facó.

De acordo com ele, após a retomada, a obra passará por um novo planejamento. "Imagine que, neste ano, a gente já deveria estar tendo obras há seis meses. Como não tivemos, a gente vai ter que replanejar, para adiantar algumas coisas, colocar novos cronogramas", adianta. O objetivo do governo é permitir que, à medida que a obra for avançando, trechos já possam ir sendo liberados para a população, mesmo que toda a linha não esteja pronta.

Em outubro de 2013, o consórcio Cetenco-Acciona, formado pelas empresas Cetenco Engenharia e Acciona Infraestructuras, venceu a licitação da obra, no valor de R$ 2,25 bilhões.

"O consórcio, contudo, não tem desempenhado na velocidade adequada. Estamos discutindo o que é possível e o que não é possível retomar com a velocidade adequada. Se não for possível, nós vamos tomar medidas que sejam mais duras", diz.

Possibilidades

O secretário trabalha com três possibilidades: continuar com o atual consórcio, caso o ritmo das obras avance; chamar os demais participantes da licitação que contratou a Centenco-Acciona, seguindo o previsto na legislação; ou, em última instância, iniciar uma nova licitação.

"Nenhuma dessas alternativas pode ser descartada. Todas elas geram impactos. Isso tem que ser feito de forma muito segura, não só olhando a questão legal, mas observando alguns problemas de economicidade que o Estado poderá ter que enfrentar. Qual o impacto de permanecer o consórcio que está, o de chamar o segundo colocado e o impacto de relicitar. Como geram impactos diversos, a gente tem estudado isso com muita calma, muito critério". Em virtude dessa indefinição, Facó diz que ainda não é possível afirmar quando a obra será retomada.

Recursos

Além do problema com o consórcio, o empreendimento também poderá sofrer reavaliação em virtude da atual situação financeira da União, que é financiadora do projeto, o qual está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

A Linha Leste conta com recursos de R$ 1 bilhão por meio do Orçamento Geral da União (OGU), a fundo perdido (isso é, o Estado não terá que pagar o valor futuramente), R$ 1 bilhão financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 300 milhões de contrapartida do Tesouro do Estado.

"Tem a questão de a gente analisar o que esse novo momento vai gerar no equacionamento financeiro, no fluxo financeiro desse empreendimento", considera o secretário.

Com 12,4 Km de extensão, a Linha Leste do metrô prevê a construção de 11 estações: Sé, Colégio Militar, Luiza Távora, Nunes Valente, Leonardo Mota, Papicu, HGF, Cidade 2000, Bárbara de Alencar, CEC e Edson Queiroz. A linha subterrânea seguirá pela Av. Santos Dumont em boa parte do trajeto.

sábado, 6 de junho de 2015

Metrofor e suas obras inacabadas

04/06/2015 - Diário do Nordeste

Coluna de Egídio Serpa

A Linha Sul do Metrofor, que liga Maracanaú ao centro de Fortaleza, que há quase 15 anos vem sendo construída, ainda vai esperar um ano, pelo menos, para ficar definitivamente pronta e para entrar em operação conforme as regras da técnica e da tecnologia do transporte de massa.

E o que falta para que isso seja alcançado?

Faltam a construção de duas estações na avenida José Bastos e, também, o sistema central de controle, algo que é feito por computador e que custa muito caro.

Mas isso não é nada:

A Linha Leste do Metrofor, que já deveria ter sido iniciada, vai demorar também para começar, e sabem por que?

Porque falta dinheiro da contrapartida do Governo Federal, e o governo federal está fazendo um brutal corte de despesas.

Então, ficamos assim:

A Linha Sul do Metrofor continuará operando só de 5 horas da manhã às 6 da noite, com trem de 20 em 20 minutos.

E a Linha Leste, para ser iniciada, terá de esperar que cheguem as verbas federais.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Rebaixada em obra de metrô, Estação da Parangaba encontra-se cercada para evitar entulho

25/05/2015 - Tribuna do Ceará

Quem vê a Estação da Parangaba assim, cercada, imagina que ela encontra-se fechada. Todavia, o espaço é aberto ao público e oferece serviços de assistência social, advocacia e psicologia para pessoas que não têm condições financeiras de pagar por esses serviços. Desde novembro de 2013, o prédio abriga o Centro de Referência em Direitos Humanos do Estado do Ceará. A partir de seu funcionamento, o espaço contabiliza mais de 2 mil atendimentos.

Em uma foto publicada em redes sociais na semana passada, moradores de Fortaleza questionaram as grades ao redor da estação. A cerca foi adotada para proteção contra poeira e lixo, mas o equipamento é aberto ao público e funciona diariamente das 8h às 17h.

Erguida em 1873 e reconstruída em 1927, a Estação Parangaba foi a segunda estação ferroviária de Fortaleza. A primeira é a Estação João Felipe, no Centro. Em 2008, o equipamento foi tombado. No mesmo ano, o prédio passou por um dilema. Devido a construção do Metrô de Fortaleza, a estação teria que sair do local para dar espaço ao metrô. Na época, o então governador Cid Gomes tinha as seguintes opções: fazer uma réplica da estação e transferi-la para outro bairro, custando R$ 214 mil; transladar o prédio para a Praça Central da Parangaba, ao custo de R$ 5,27 milhões; ou construir um memorial no mesmo local, respeitando a estrutura da estação.

A solução foi acordada entre Cid e a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins: rebaixar a estação por 3,5 metros e elevar a linha do metrô para preservar o equipamento histórico e evitar sua demolição. A obra durou cinco meses, onde foi priorizado a manutenção das estrutura do prédio, bem como seus traços arquitetônicos.

O valor de INVESTIMENTO foi de R$ 1.063.324,47. A participação dos moradores do bairro no debate sobre o assunto foi importante para que os executivos acatassem essa decisão. Jeovah Natalense, de 85 anos, morador mais antigo do bairro, foi o principal defensor da preservação da Estação Parangaba. Membro da família Pedra, tradicional no bairro, tem o respeito de todos os moradores.

Debate

"A gente tem muita ligação porque o papai veio em um trem de Baturité até a Estação da Parangaba. Quando disseram que o metrô ia passar por lá, nós entramos com um requerimento contra a demolição da estação", relembra Jeohvah Natalense, morador mais antigo do bairro.

Por ser tão defensor da estação, o morador recebeu o privilégio de anunciar o tombamento. "Na época, estavam derrubando todas as estações, como fizeram com a do Otávio Bonfim. Imediatamente nós entramos com uma ação. Veio um oficial de Justiça e me autorizou a mandar tapar o buraco que eles tinham feito para derrubar a estação", conta, orgulhoso.

De acordo com o morador Salatiel Benigno, de 64 anos, a preservação melhorou o local, mas ele ainda prefere o prédio antigo. "O ideal era que eles tivessem mudado o trajeto do metrô, fazendo um desvio por esse terreno do Shopping Parangaba, que na época era só um terreno mesmo. Aí depois é que vieram se preocupar com a estação. Está bom, mas eles deviam ter planejado isso antes e não da forma como foi feito, às pressas".

Atualmente o local abriga o Centro de Referência em Direitos Humanos do Estado do Ceará. Além da assistência social, psicológica e jurídica à população, o centro tem trabalhado com ações como capacitações em escolas e em entidades parceiras, para divulgar o trabalho e promover a educação em direitos humanos e a cultura de paz. O objetivo é ser instrumento de defesa, promoção e acesso à justiça.

A equipe multidisciplinar ministra palestras nas escolas de redes municipais e estaduais e também acolhe alunos dessas escolas em visitas à instituição. Na ocasião, os alunos aprenderam sobre direitos humanos e patrimônio histórico, já que o centro de referência funciona na antiga estação da Parangaba – reconhecida como patrimônio histórico tombado pela Prefeitura de Fortaleza.

Outro ícone do Bairro Parangaba, o Bar Avião também sofreu alterações devido às obras do Metrô. Porém, as intervenções não interferiram no acesso ao prédio. Conhecido por sua arquitetura inusitada, com um avião no topo, o local recebeu restauração, mas já é alvo de pichações. No local, funciona um mercadinho popular.

Serviço

Centro de Referência em Direitos Humanos do Estado do Ceará

Rua Dom Pedro II – Parangaba

Ponto de Referência: Em frente à estação do Metrofor, ao lado do Shopping Parangaba e próximo ao terminal da Parangaba

Horário de Funcionamento: 8h às 17h

Telefone: (85) 3101.2998 / 3101.2960